COMENTARISTA:
Silas Daniel.
TEXTO
BÍBLICO
Atos 2.14
ENFOQUE
BÍBLICO
“E todos foram cheios do
Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo
lhes concedia que falassem” (Atos 2.4).
OBJETIVOS
Esclarecer que o batismo no
Espírito, com evidência externa de falar em outras línguas, não foi algo apenas
do passado, da época dos apóstolos, mas acontece ainda hoje e ocorreu durante
toda a história da Igreja.
Ressaltar a importância do
Movimento Pentecostal para a vida da Igreja.
Mostrar que o
pentecostalismo resgata princípios bíblicos e uma dimensão mais profunda de
comunhão com Deus e de poder para serviLo que eram comuns na Igreja Primitiva.
INTRODUÇÃO
Hoje iremos estudar, com a
graça de Deus, o início do Movimento Pentecostal nos tempos modernos.
O
Pentecostes
Jesus enfatizou a
necessidade de cada discípulo receber o batismo com o Espírito Santo: “E eis
que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de
Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49). Jesus
prometeu conceder o batismo no Espírito Santo; cabia aos seus discípulos fazer
a sua parte: crer, perseverar até receber.
Os discípulos perseveravam:
“Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e
Maria, mãe de Jesus, e com seus irmãos” (At 1.14). Reunidos com o objetivo
maior de buscarem o batismo no Espírito Santo, reuniramse muitas pessoas. A
prioridade era que recebessem a promessa pentecostal. Suas súplicas eram
realizadas para serem revestidos de poder: “Mas recebereis a virtude do
Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e sermeeis testemunhas tanto em
Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At
1.8). No dia de Pentecostes, estavam
reunidas cento e vinte pessoas.
Observemos:
Época: a realização da festa
de Pentecostes. Este era celebrado cinqüenta dias após a Páscoa.
Lugar: Estavam reunidos no
Cenáculo: “reunidos no mesmo lugar” (At 2.1b). Embora os discípulos
freqüentassem os cultos no templo, também se reuniam no cenáculo para
perseverarem em oração.
O recebimento da Promessa:
“E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e
encheu toda a casa em que estavam assentados”. O vento é um dos símbolos do
Espírito Santo (Jo 3.8). Encheu primeiramente o cenáculo, depois os 120
discípulos. O vento se espalha. Na seqüência, “foram vistas por eles línguas
repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles”. O fogo,
manifestando a presença de Deus (Êx 3.12).
A evidência externa: línguas
como sinal externo do batismo com o Espírito Santo. Uma mudança profunda
atingiu todos, manifestando externamente como o falar em outras línguas: “E
todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas,
conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (At 2.4). Todos se
expressavam, louvando a Deus em línguas: “Todos os temos ouvido em nossas
próprias línguas falar das grandezas de Deu ”(At 2.11b).
A quem se destina o
derramamento do Espírito Santo: “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a
vossos filhos e a todos os que estão longe; a tantos quanto Deus, nosso Senhor,
chamar” (At 2.39).
Conforme observamos,
receberam o batismo no Espírito santo àqueles que eram convertidos. Foi uma
experiência posterior à salvação. Convém destacar que todos os salvos possuem o
Espírito Santo. Entretanto, para receber a promessa pentecostal é necessário
buscar, persevera em pedir:
“Pois, se vós, sendo maus,
sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará O Pai celestial o
Espírito santo àqueles que lho pedirem?” (Lc 11.13).
Fogo
pentecostal após a Igreja Primitiva
A experiência do Pentecostes
não se limitou à Igreja Primitiva. Em épocas posteriores, houve derramamento do
Espírito Santo e o falar em línguas e a manifestação dos dons espirituais. As
perseguições, as lutas só conseguiram ser enfrentadas com o recebimento do
poder. Só o poder do Espírito Santo poderia despertar os crentes para uma
comunhão profunda com Deus e dar a força necessária para recusar a atração do
mundo.
Algumas evidências do falar
em línguas na História:
· Orígenes (180 254 d.C.). Além de muitos
livros, escreveu uma obra denominada “Contra Celso” para refutar as acusações
que este fazia contra os cristãos. Celso
acusava os cristãos, entretanto suas palavras serviram para demonstrar como
viviam os cristãos. Segundo Celso, os cristãos, quando se reuniam, falavam
“palavras inteligíveis para as quais uma pessoa racional não consegue encontrar
significado. São ‘línguas muito obscuras’. Celso ainda informa: “E alguns dão
evidência de ter recebido, por meio da fé, o maravilhoso poder pelas curas que
realizam sem invocar o nome de qualquer outro deus sobre aqueles que necessitam
de ajuda a não ser o nome do Deus de todas as coisas, e de Jesus, seu
Filho de quem menciona a História” (Jorge de ANDRADE. Evidências Pentecostais
na História, Manual do Obreiro, número 33, p. 17).
· Irineu (115202 d.C.) Além de líder, foi discípulo de Policarpo: “Temos
em nossas igrejas muitos irmãos que possuem dons espirituais e que, por
meiodo Espírito, falam toda sorte de línguas”
(Myer PEARLMAN. Atos, p.21).
· Quadrato. Era um apologista. Escreveu ao imperador
Adriano para defender os cristãos. Assim se refere a Quadrato, Eusébio de
Cesaréia: “Dos afamados naquela época,
dizse que Quadrato terseia
destacado pelos seus dons proféticos” (...) Mencionando
aqueles que evangelizavam, Eusébio declara: “Também o Espírito Santo realizava
muitas maravilhas por intermédio deles, de modo que assim que o evangelho era pregado, multidões de homens
abraçavam, ansiosos e voluntários, a fé verdadeira de todo o coração” (História
Eclesiástica, p.115).
Entretanto, ema alguns
momentos da História, a mensagem pentecostal houve necessidade de a mensagem
pentecostal ser reavivada. Deus levantou líderes, para que a doutrina
pentecostal não fosse esquecida: Jesus ainda quer batizar com o Espírito Santo
e com fogo.
Alguns grupos em que existem
registros da glossolalia, o falar em outras línguas:
Os
quacres
Os quacres ou quakers foram
um grande movimento de despertamento espiritual ocorrido na Inglaterra. Surgiu devido aos ensinos de Jorge Fox,
(16241691) aproximadamente em 1647. Fox recebeu uma proposta de dois
religiosos (puritanos) para participar de uma rodada de bebida (Que
proposta!). Aquele que parasse de beber
primeiro, pagaria a conta. Ele ficou desgostoso e passou a buscar Deus. O Cristianismo não era apenas teoria; era
para ser vivido na prática. Tornou se um grande evangelista, denominava seus
seguidores de “Amigos”, o povo preferiu chamá los de “quakers”.
Em 1652, Margarete Fell,
converteuse e em seu lar, localizavase
o centro do movimento. Mais tarde, Fox casouse com ela.
OBS: “O
seu programa era: honestidade espiritual (ou ser cristão, como se deve, ou
então tirar a máscara); vida transformada, sinceridade em todos os atos,
repugnância pelo formalismo, guerra aos títulos honoríficos que servem apenas
para fazer inchar os carnais; consagração completa à vontade de Deus, até ser
cheio do Espírito Santo; zelo missionário, inspiração no trabalho e luz
interior” (Emílio CONDE. O testemunho dos séculos. P.66).
Para melhor entender a
citação acima, convém ressaltar qur, entre os quacres, as honrarias dos homens
não deveriam ser recebidas, pois, naqueles dias, as classes altas desejavam
obter títulos, para que os mais desfavorecidos tirassem o seu chapéu diante
deles. Essas pessoas se sentiam “honradas” pelo fato de outros, tivessem essa
atitude (“Tirar o chapéu”).
O povo vivia muita
sinceridade e grande fervor nos quacres e a eles se uniam; até pessoas da
classe alta estavam entre seus adeptos.
Os quacres foram muito
perseguidos. Muitos foram presos ou
martirizados. Uma das razões da perseguição foi que Carlos II proibiu as
assembléias religiosas e os quacres continuavam a reunirse em público. Na
perseguição de 1661, três mil e setenta e nove foram presos. O líder, Fox,
permaneceu encarcerado durante seis anos.
Em 1666, Guilherme Penn,
uniuse aos quacres. Este era filho de um almirante. A Inglaterra devia enorme
quantia de dinheiro ao pai de Penn. Este obteve de Carlos II, em 1681, a
concessão da Pensilvânia, nos Estados Unidos, como pagamento da dívida.
Um grande número de quacres
emigraram para os Estados Unidos. Eles fundaram a cidade Filadélfia, (que
significa “amor fraternal”), onde puderam ter liberdade de culto. Muitos
perseguidos religiosos se uniram a eles.
OBS: Eis a razão de serem
chamados de “tremedores”: “O poder de Deus
descia no meio deles: o Espírito
Santo manifestavase de
muitas maneiras: falavam línguas estranhas, e tinham ainda
outros dons” (O testemunho dos séculos,
p.66).
Já na América, os quacres
possuíam uma disciplina rígida. Não era permitida a escravização dos índios
entre os quacres. Estes pregavam contra ela. John Woolman (17201772), quacre,
foi um dos primeiros a pregar e escrever a favorda abolição da escravatura. Visitavam
e socorriamos presos e faziam muitas obras sociais.
O
movimento pietista
Com o decorrer do tempo, a
frieza passou a dominar a vida religiosa. Houve um declínio do fervor
religioso, o interesse pelas coisas espirituais diminuiu. Também as pregações, a ênfase era dada a
discussões teológicas, faltava o destaque a se viver um cristianismo vivo, que
levasse a uma profunda piedade. Como reação a esse problema, surgiu o movimento
pietista.
O fundador do pietismo foi
Felipe Jacó Spener (16351705) na Alemanha. Comdezesseis anos, extremamente jovem,
iniciou seus estudos teológicos, Primeiro em Estrasburgo, depois em Basiléia e
em Genebra. Em 1666, assumiu o pastorado de Frankfurt. Spener destacava a
regeneração e a necessidade de viverse em santidade e também do imperativo de
uma vida serviço. Em 1670, criou os
colégios de piedade, ou seja, reuniões de estudo prático e oração nos lares.
Cinco anos depois, publicou “Desejos Piedosos” (Pia Desideria) – obra
fundamental do movimento pietista. O líder do movimento pietista insistia no
sacerdócio universal dos crentes e na responsabilidade de todos os cristãos:
deveria existir mais vida devocional e intenso estudo bíblico. Também dedicou
tempo à educação das crianças. Ocorreu
um verdadeiro reavivamento em Frankfurt.
Spener encontrou muita
oposição, entretanto o Cristianismo manifestava vida autêntica devido ao estudo
bíblico e a oração.
OBS: Veremos a seguir,
algumas características de um culto pietista: “Como introdução desta
transformação, eles (os novos convertidos) eram admitidos ao partir do pão em
memória da morte do Senhor. Nessa solenidade, um estranho êxtase espiritual,
vinha sobre alguns ou sobre todos, e começavam a falaram línguas. De quando em quando
estas manifestações se repetiam. A
muitos deles, estas coisas pareciam mostrar que, agora, eram um só coraçãoe uma
só alma no Senhor” (Emílio CONDE. O testemunho dos séculos, p. 45 citando BROADBENT em A Igreja Peregrina).
O pietismo também se
destacou na Holanda, Escandinávia, Inglaterra, América do Norte e na África do
Sul.
O mais importante discípulo
de Spener foi Augusto German Francke (16631727). Divulgou as idéias de Spener.
Era pastor e professor da Universidade de Halle. Tanto a universidade como a cidade
constituíramse centros do pietismo. Francke salientava o gozo que a vida
cristã deve possuir.
O Pietismo se dedicou a
obras sociais, especialmente se dedicou à Educação, a criar escolas.
Francke organizou escolas
para crianças pobres em 1695 e depois uma escola secundária. Criou orfanatos e
institutos bíblicos com a finalidade de publicação de Bíblias. O interesse pela
Educação se deve ao fato de que as escolas deveriam preocuparse não apenas com
conhecimentos, mas despertar o aluno para a vida espiritual.
OBS: Assim declarou Francke:
“Uma migalha de fé viva deve ser mais valorizada que uma quantidade cem vezes
maior de simples conhecimento histórico; e uma gota de amor verdadeiro, mais do
que um inteiro mar de saber em todos os assuntos” (Frederick EBY. História da
Educação Moderna, p. 216).
Francke também fornecia
alimentos para estudantes pobres. Em retribuição, deveriam ensinar nas escolas.
O notável educador também distribuía remédios aos que necessitavam. Além disso,
organizou cursos para a formação de professores. Por que destacamos essas atividades?
Para exemplificar que os que cultivam o Pentecostes, não ficam fechados, mas
agem, demonstrando a nova inspiração em suas vidas.
Outra importante resultado
do movimento pietista foi o início do movimento missionário protestante. O rei
da Dinamarca decidiu enviar missionários
às Índias e decidiu enviar missionários integrantes do pietismo. Assim, em 1706, Bartolomeu Zienbalg e
Henrique Plüstchau foram enviados a Tranquebar
na Índia. Esta era colônia da Dinamarca.
A universidade de Halle
tornouse um centro missionário: recolhiase dinheiro para Missões e
preparavamse missionários. A universidade de Halle foi fundada por
intelectuais que haviam sido expulsos de outras universidades por defender o
avivamento pietista. Durante o século 18, cerca de sessenta missionários foram
enviados pelas escolas pietistas.
Em Copenhague, criouse uma
escola de Missões, cujos frutos atingiram a Lapônia e a Groelândia.
O pietismo produziu
interesse pelo estudo da Bíblia e sua aplicação ao cotidiano das pessoas.
Outros exemplos:
Podemos destacar que seja em
avivamentos americanos, na Inglaterra ou em outros países, ocorreu o falaram
línguas. Vamos destacar dois exemplos:
·
Estônia: “É notável que, em um tempo quando a
Igreja Luterana desse país tem perdido seu fervor evangelístico, e fica
inclinada a substituir formas e ritos pelo poder vivo de Cristo, Deus suscitou
um homem nobre e devotado, Barão Uxhall, para pregar o Evangelho em toda a
simplicidade, e está renovando entre os camponeses aquelas manifestações
maravilhosas, que acompanharam a primeira pregação do Evangelho, quando Deus
confirmava a mensagem da salvação por sinais e maravilhas e dons do Espírito Santo.
Descobrir um movimento como esse é de profundo interesse. Aqui em Reval, o pastor
da Igreja Batista me disse que freqüentemente
rompem em línguas nos cultos que ele preside. Estão mais freqüentemente enunciadas por moças, às vezes
por homens. Quando interpretadas a mensagem é: ‘Jesus vem breve. Jesus está
próximo. Estai prontos; não estejais remissos’. Os descrentes presentes,
ao ouvirem as línguas, ficaram assombrados.
Certo cavalheiro que assistiu ao culto ficou profundamente impressionado com o
fato de que aqueles que falavam eram pessoas simples,e quando em êxtase,
falavam fluentemente e com sabedoria” (Carl Brumback, citando Dr, F. MEYER em
“Que quer isto dizer?”, p.86).
·
Em novembro de 1909, assim declarou O.P.
Simons da Flórida em Uma chamada à fé: “Tenho sido membro de uma igreja durante
sessenta e dois anos; tenho estado associado com os que falam línguas durante
quarenta anos. No sul da Nova Inglaterra, entre algumas gerações, em 1875,
soube de alguns que durante três anos consecutivos, em suas adorações
religiosas, falavam o que chamam de línguas desconhecidas. Desde 1824 até mesmo
o tempo presente, desde o Estado de Maine até Connectitut, algumas
igrejas têm falado línguas e interpretado. O que mais falou em línguas
desconhecidas foi o senhor W. H. Doughty, que foi ministro durante
quarenta anos. Ele
era dirigente entre
essas igrejas. Quem escreve estas coisas conheciao muito bem. Era
cristão muito humilde, de muito poder e oração. Muitas vezes era chamado a pôr as mãos sobre os enfermos; em muitos
casos o resultado foi a cura de enfermidades crônicas” (Emilio CONDE.
Derramamento pentecostal na História. Obreiro número 24, p.62).
O
Movimento Pentecostal se espalha
Em 1900, ocorreu um
avivamento entre cristãos suecos que viviam na localidade americana de
Minnesota. No outono do ano citado, ocorreu uma Escola Bíblica em Topeka,
Kansas. O tema era o batismo com o Espírito Santo e qual o sinal desse batismo.
Os alunos estudavam a obra
do Espírito Santo e Agnes Ozman laBerge pediu
que lhe impusessem as mãos,
para que ela
recebesse o batismo
com o Espírito Santo. Ela falou em línguas, dois
dias após, outros alunos também receberam o dom pentecostal. Não há nada como sabermos os fatos, por meio
de uma testemunha ocular, Agnes.
OBS. Assim narra Agnes a sua
experiência: “Em outubro de 1900, fui à escola Bíblica do Colégio Betel. Estudávamos
de dia e evangelizávamos á noite na cidade. Dedicávamos muito tempo à oração de
noite e de dia. Orávamos continuamente em uma sala que fora preparada para esse
fim. Passamos noites inteiras em oração, nesse cenáculo. E porque gastávamos
tanto tempo na presença de Deus, Ele fez com que o nosso coração se abrisse
para tudo quanto estava escrito”.(...) “No dia do primeiro
ano de 1901, a presença do Senhor esteve entre nós de um modo notável,
aquietando os nossos corações para esperar coisas maiores. O espírito de oração
manifestou se durante a tarde. Eram aproximadamente onze horas quando senti em
meu coração que devia pedir para imporem as mãos sobre mim, a fim de receber o
batismo com o Espírito Santo. Quando as impuseram sobre a minha cabeça, o
Espírito Santo encheu me e comecei a falar em línguas, e a glorificar a Deus.
Falei vários idiomas e se manifestava claramente, quando eu falava, algum novo
dialeto. Possuía agora o gozo e alegria que tanto anelei possuir; tinha a
plenitude da presença do Senhor em meu coração, como antes não havia conhecido:
era como se mananciais de água viva estivessem manando do meu ser...” (...)
Observei quando nove pessoas receberam o Espírito Santo, e dizia a mim mesma,
diante de Deus: Quero ver se todos falam línguas estranhas; vi um por um dos
que foram batizados, falar em outras línguas, como o Espírito lhes dava que falassem. Senti me satisfeita por ver que Deus a todos dava
a mesma evidência... (O testemunho dos
séculos, p.101 103).
A chama pentecostal se
espalhou por outros lugares, pelo Texas. Logo encontraremos uma Escola Bíblica
da qual participaria William Joseph Seymour. Então, um grande avivamento seria
conhecido.
CONCLUSÃO
Deus está disposto a
derramar sobre nós Seu poder.
Observamos como homens e
mulheres buscaram o poder do Alto e não desistiram de ter em suas vidas o
Pentecostes.
Igualmente nós, necessitamos
deste poder, porque estamos enfrentando dias difíceis nos quais imperam a
imoralidade e o descaso pelas coisas espirituais.
Busquemos esse poder,
despertemos os demais e oremos por eles e com eles a fim de que todos possuam o
batismo no Espírito Santo e os dons do Espírito sem esquecermos da necessidade
dos frutos espirituais.
Louvemos a Deus: “No
Pentecostes sucedeu/O que Jesus falou,/Pois de repente lá do céu/Um vento
assoprou,/Que veio a casa toda encher /E os corações com mui poder/. Poder,
poder, poder pentecostal./Ó vem nos inflamar,/Também nos renovar;/Ó vem, sim,
vem, ó chama divinal,/Teus servos batizar”
(1a estrofe e estribilho do hino 24 da Harpa Cristã).
Colaboração para o Portal
EscolaDominical: Profª. Ana Maria Gomes de Abreu.
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